Veja a agenda cultural gratuita da capital do Brasil nos próximos dias

Exposições, shows e espetáculos são algumas das inúmeras programações que estão acontecendo na cidade no período da COP 30.

Crédito: Marli Portilho/ Secom

Visitantes da Freezone participam das atividades culturais e interativas.

Belém está fervilhando com programações nesse período em que sedia a COP 30. Mas não é só a Conferência das Partes e os debates científicos, sociais e políticos que movimentam a capital do Brasil: a cidade é palco de uma vasta programação cultural paralela voltada tanto para os visitantes como para os moradores locais.

Confira a seguir uma agenda do que vai ocorrer entre os dias 14 e 21 de novembro, com acesso gratuito.

Até o dia 21 de novembro, a Freezone, na Praça da Bandeira, estará com diversas programações. Além de fóruns que vão debater o tema meio ambiente e clima, também ocorrerão exibição de filmes, grupos de carimbó e parafolclóricos, quadrilhas juninas, apresentações teatrais e shows de artistas como Wanderley Andrade, Banda AR-15, Zona Rural, Markinho Duran, Zaynara, Arthur Espíndola e Liah Soares. Confira a programação completa aqui.

Na Green Zone, a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) está com programação no Palco Pará, no térreo do Pavilhão Pará. Atrações como a banda Vingadores do Brega, a Marujada de São Benedito, o cantor Pinduca e o grupo Arraial do Pavulagem estarão presentes no evento, que vai até o encerramento da COP 30, dia 21. A entrada da Green Zone, na avenida Senador Lemos, no Parque da Cidade, é aberta. Mais informações acesse aqui.

Na Enzone, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Pará), a programação conta com museu a céu aberto, festival gastronômico com chefs amazônicos, feira de economia criativa, além de shows diários. As bandas Warilou, Fruta Quente e Sayonara, e os cantores Arthur Espíndola, Gigi Furtado e Lucinha Bastos e o músico Felix Robatto estão entre as atrações. A Enzone fica aberta das 16h às 22h, no Porto Futuro I, no bairro do Reduto. Saiba mais aqui.

O Bosque Rodrigues Alves – Jardim Zoobotânico da Amazônia está com a exposição “Dando Voz à Amazônia: Arte, Ciência e Preservação na COP 30”, promovida pelo Instituto Internacional Biomas Connections em parceria com a Prefeitura de Belém. A mostra, que segue até o fim de novembro, reúne ilustrações botânicas da artista inglesa Margaret Mee e obras do paisagista brasileiro Roberto Burle Marx, dois símbolos da arte e da conservação ambiental. O Bosque também está com uma exposição do Exército Brasileiro, que permanecerá até o dia 21. O Bosque fica localizado na avenida Almirante Barroso, 2305, Marco, e está de portas abertas sempre de quinta-feira a domingo, das 8h às 16h. O valor da entrada é R$ 2, com gratuidade para crianças de até 6 anos, idosos e pessoas com deficiência.

Crédito: Paula Lourinho

Margaret Mee e Burle Marx inspiram visitantes em meio à natureza.

O Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi está com entrada gratuita todos os dias até 21 de novembro, e a visitação aberta das 9h às 17h, com acesso permitido até 16h. Além das inúmeras espécies da flora e fauna local, os visitantes poderão conhecer as exposições “Diversidades Amazônicas” e “Brasil: Terra Indígena”. O Museu fica na avenida Magalhães Barata, 376, bairro São Brás. Programação completa aqui.

O Espaço São José Liberto estará abrigando até o fim da COP 30 o Museu do Artesanato Paraense (MAP), com exposição de peças, rodas de conversa e diversas atrações culturais, como o Grupo Paranativo, Mariza Black, Beatles Forever, Nilson Chaves, Banda Sayonara, Fruto Sensual e Markinho Duran. O espaço fica localizado na Praça Amazonas, s/n, bairro Jurunas. Confira a programação completa aqui.

O Palacete Bolonha está aberto à visitação de terça à sexta-feira, das 9h30 às 16h30, com entrada gratuita. Construído entre 1905 e 1908, o Palacete foi idealizado para ser a residência do engenheiro e empresário Francisco Bolonha e sua esposa. Localizado na avenidaJosé Malcher, 295, em Nazaré, o edifício é um símbolo da Belle Époque e foi tombado como patrimônio histórico e paisagístico pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (Dpahc) do Pará. As visitas guiadas ocorrem nos seguintes horários: 9h30, 10h, 10h30, 11h e 11h30; e 14h, 14h30, 15h, 15h30, 16h e 16h30.

Crédito: Paula Lourinho

O Palacete Bolonha é um símbolo da Belle Époque, período marcado pelo otimismo, pelo progresso tecnológico e pelo refinamento estético que influenciou fortemente a arquitetura urbana de Belém no início do século XX.

No domingo, dia 16, o historiador Michel Pinho vai ministrar a Aula Pública “Belém COP 30: Passado, Presente e Futuro”. A aula vai percorrer pontos históricos de Belém discutindo as transformações da capital do Pará ao longo do século XVII até o século XXI, abordando momentos marcantes como a construção do Ver-o-Peso e a Cabanagem. A atividade é gratuita e aberta ao público. O ponto de encontro é o Forte do Presépio, na Cidade Velha, a partir de 8h15, e a aula terá duração de 1h30.

Até o dia 22 de novembro, o Sesc Pará estará realizando o Jambu Arena, com vivências oficinas e shows que celebram a identidade e a cultura regional. No palco, atrações como Zaynara, Manoel Cordeiro, Lia Sophia e a aparelhagem Mega Príncipe Negro. Os ingressos são adquiridos mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. A programação será no Sesc Doca, avenida Visconde de Souza Franco, 644, Reduto. Confira a programação completa aqui.

Até 21 de novembro, a rede de ativismo Observatório do Clima realiza em Belém a Central da COP, com atividades que envolvem arte, ciência e ação climática. A programação cultural ocorre no Instituto de Ciências da Arte (ICA) e no Teatro Waldemar Henrique, localizados na Praça da República (avenida Presidente Vargas, 645), e inclui exibição de filmes, espetáculos teatrais e musicais, além de rodas de conversa e oficinas. Saiba mais aqui.

A Caixa Cultural está realizando o Amazônia Plural, no qual a cantora paraense Lia Sophia divide o palco com artistas como Nilson Chaves, no dia 15, e Hellen Patrícia, no dia 16, sempre a partir das 19h. A entrada é franca e os ingressos ficam disponíveis uma hora antes de cada espetáculo. Além dos shows, a programação está com as exposições “Espíritos da Floresta – Mahku”, que retrata a cosmovisão indígena, e “Paisagens em Suspensão”, que exibe obras de artistas como Portinari e Di Cavalcanti. A Caixa Cultural fica localizada no Porto Futuro II (avenida Marechal Hermes, S/N – Armazém 6A – Reduto). A visitação é de terça a domingo, das 11h às 22h (abrirá excepcionalmente também na segunda-feira 17). Saiba mais aqui.

Última edição por: Syanne Neno

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