Feira de Economia Criativa da Prefeitura promove renda e solidariedade

Programação reuniu 22 expositoras com venda de vestuário, artesanato, utilidades para o lar, joias, bijuterias, perfumaria, gastronomia e papelaria, numa ação para reforçar o sustento das famílias e a solidariedade, já que reverte parte da renda para o tratamento de crianças pacientes renais no Hospital Ophir Loyola
Artesã e coordenadora do grupo de expositores, Darlene Campos destaca que as Feiras de Economia Criativa geram renda e promovem solidariedade.

A Prefeitura de Belém realizou a 2ª Feira de Economia Criativa que reuniu 22 expositoras na sede da Procuradoria Geral do Município (PGM), na avenida Presidente Vargas, bairro da Campina, na manhã desta segunda-feira, 1º de junho. O evento apresentou para venda produtos como vestuário, artesanato, utilidades para o lar, joias, bijuterias, perfumaria, gastronomia e papelaria em uma área de grande movimenação de pessoas, numa ação para reforçar o sustento e a solidariedade entre as famílias participantes.

“Temos empreendedores que vivem exclusivamente das vendas em eventos. Além de gerar renda, a Feira cria uma corrente de solidariedade, já que parte do valor arrecadado é destinada ao tratamento de crianças atendidas no Hospital Ophir Loyola”, informou a artesã Darlene Campos, 49 anos, que produz bonecas e coordena o grupo Rede Mais Amazônia, que reúne artesãos e expositores que participam de feiras e eventos.

De acordo com o procurador-geral do município, André Bassalo, a Feira de Economia Criativa é uma iniciativa que, além do papel econômico e social para as famíias, reforça a aproximação da Procuradoria-Geral do Município com a sociedade.

“Estamos localizados no coração comercial de Belém, no bairro da Campina, e entendemos que, além de prestar serviços públicos, precisamos fortalecer nossa relação com a comunidade e todos que circulam pelo entorno. Esta segunda edição da Feira de Economia Criativa consolida esse propósito, ao abrir as portas da PGM para que a população conheça melhor nosso trabalho. Além disso, a feira contribui cumpre um importante papel social, já que parte da renda arrecadada será destinada ao Hospital Ophir Loyola”, destacou o procurador-geral.

Crédito: Lucas Damasceno

Renata gostou tanto do circuito de Feiras e eventos que abriu a própria marca e atua como expositora há mais de um ano

A expositora Renata Cristine, de 28 anos, trabalhou com uma marca de acessórios e gostou tanto do circuito de feiras e eventos que decidiu abrir a própria marca e já expõe os produtos dela há ano e meio.

“Quando comecei que me identifiquei com o comércio em feiras, fui juntando renda já pensando em abrir minha própria loja. Assim me tornei empreendedora, contatei fornecedores de acessórios e também das estruturas de exposição. Atualmente, quase todos os dias úteis exponho em um lugar diferente. A minha meta inicial é conseguir R$ 500 por evento para ter um bom lucro. Por isso, ofereço produtos a partir de R $5 para agradar todos os públicos. Vendo acessórios folheados, semijoia feminina e masculina, aço inoxidável e bijuteria”, detalha a epreendedora Renata.

Crédito: Lucas Damasceno

O assessor jurídico da PGM Janari Gonçalves aproveitou a feira para garantir um quadro para levar para casa

Janari Gonçalves, 63 anos, assessor jurídico da PGM, órgão em que trabalha há 25 aos, aproveitou a Feira para adquirir um quadro retratando uma família de leões.

“A Feira é importante para que as artesãs e vendedoras tenham um espaço para expor os produtos e divulgar seu trabalho. Participei da primeira edição e estou de volta nesta segunda porque acredito na importância de valorizar da iniciativa. É uma satisfação prestigiar esse trabalho”, declarou Janari.

Crédito: Lucas Damasceno

Assessora da PGM, Inês Zolima elogia a Feira.

A servidora da PGM Inês Zolima, de 64 anos, considera a feira uma oportunidade. “Nos ajuda a economizar tempo quando precisamos comprar algum produto e não precisamos nos deslocar. Hoje comprei produtos de maquiagem, já na primeira edição, comprei bijuterias”, relatou Inês.

A Feira Criativa de Economia é aberta ao público e cada edição contribui com uma causa social.

Última edição por: Fernanda Palheta

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