Alunos da Casa Escola da Pesca visitam o Centro de Ciências e Planetário do Pará

“Amei contemplar as estrelas e aprender como elas se formam”, declarou a estudante Kailane Pabuena, encantada com o que presenciou na cúpula Kwarahy durante visita que os alunos do ensino fundamental e médio da Educação de Jovens Adultos e Idosos – Casa Escola da Pesca (Cepe) da Fundação Escola Bosque (Funbosque) realizaram ao Centro de Ciências e Planetário do Pará (CCPP) da Universidade do Estado do Pará (Uepa), no Mangueirão, nesta terça-feira, 14.

A Cepe desenvolve a pedagogia da alternância, pela qual os alunos alternam períodos na escola e na comunidade. Nesse momento, eles estão na quinzena de tempo escolar, aprendendo os conteúdos de astronomia, sistema solar e os planetas.

“No momento em que vivemos a negação da ciência, é importante trazer os estudantes para mais próximo desse universo. Aqui eles puderam ver o conteúdo que a gente está trabalhando em sala de aula, de forma concreta”, explicou a professora de ciências e biologia da Cepe, Rosângela Amador.

Segundo a diretora do Planetário, Acylena Coelho, o espaço é aberto para instituições de ensino para visitas educativas, tendo como ponto de partida a cúpula Kwarahy, onde eles vão ver o céu de Belém e conhecer o Centro de Ciências.

“O nosso grande interesse é de popularizar a ciência. Os nossos espaços são preparados para que os alunos enxerguem algumas situações que eles observam na escola, e aqui eles vivenciam na prática, de forma interativa. Estamos sempre buscando ampliar a visão e o conhecimento dos estudantes”, destacou.

A atividade foi dividida em dois momentos. No primeiro, os alunos participaram da "sessão planetário", onde puderam aprender mais sobre astronomia, bem como conhecer a origem das estrelas, das galáxias e a extensão do Universo, por meio da simulação de uma viagem espacial.

Já no segundo momento, os estudantes conheceram espaços com experimentos que dialogam com a astronomia e estão diretamente relacionados com as áreas da química, biologia, física e matemática.

O aluno Mailson Costa ficou maravilhado com tudo que aprendeu. “Gostei muito de aprender mais sobre a nossa evolução, segundo a ciência, e ver as aves que passaram pelo processo de taxidermia”, disse o estudante.

A saída pedagógica que promoveu o contato dos alunos com novos conteúdos de ciências, foi conduzida pelos professores Rosângela Amador, de Ciências; Renata Aguiar, de Artes; Isaque Gemaque, de Química; Francisco Souza, de Física; Joelma Sousa, coordenadora pedagógica, Siane Rodrigues, técnica em Recursos Pesqueiros e Uéliton Gonçalves, trilheiro.

Texto: Amanda Cardoso

Última edição por: Agência Belém

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